sábado, 18 de julio de 2009

Probando 1,2,3

Para variarle a las mongueras, un poema. A ver si funciona esto de programar las entradas.


Soneto de fidelidade

De tudo, ao meu amor serei atento
antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
que mesmo em face do maior encanto
dele se encante mais meu pensamento.

Quero vive-lo em cada vao momento
e em seu louvor hei de espalhar meu canto
e rir meu riso e derramar meu pranto
ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
quem sabe a morte, angústia de quem vive
quem sabe a solidao, fim de quem ama

eu possa me dizer do amor (que tive):
que nao seja imortal, posto que é chama
mas que seja infinito enquanto dure.